First of all, I knew I’d be working on this project end to end, and that was exactly what I wanted. Also, even before talking to Nami’s owners, I already suspected that most restaurants on iFood struggled with the fees the platform charges.
In other words, I started the project with a few assumptions, and they needed to be validated. I also wanted to gather new information and insights worth carrying forward.
The solution was to run two studies: a qualitative one, to gather information and potential insights, and a quantitative one, to validate my assumptions and whatever came out of the interviews.
Having the idea is easy. Executing it is a whole different story.
I needed to figure out:
- who I would recruit for the qualitative interviews;
- how I would recruit them;
- what questions I would ask in the quantitative survey.
For the interviews, it was clear that participants needed to be Nami customers and delivery app users.
I scheduled sessions with 3 Nami customers who volunteered to take part and remotely ran an in-depth interview with each of them to understand their experiences, preferences, and needs.
The focus was on uncovering their pain points and how they used delivery apps.
These conversations led to 3 insights and some very interesting quotes:
“iFood’s menu interface isn’t intuitive at all, and it’s frustrating to use.”
“I’d like to put together my whole meal at once instead of having to browse each category to build my order.”
“I like pretty much Nami’s entire menu, but paying iFood’s prices just isn’t practical. And it’s not like I feel like going to the restaurant every time I want something from there. Sometimes I just want to order from home, but I’m not paying 30% more for the same product.”
From these three quotes, I drew three conclusions:
- Nami’s app needs to present its products more clearly and intuitively than iFood.
- A feature to build a complete meal (starter, main course, and dessert) in one go would be a great solution, since browsing each category to pick every item discourages users.
- Nami’s app is truly needed: the restaurant really is losing delivery sales because of platform fees.
As I mentioned, the goal of the qualitative research was to draw something relevant from customers to later validate alongside my assumptions. That’s why I consider this stage a success: instead of one insight, I came away with three.
With these quotes in hand, I needed to quantify the insights and understand their relevance in numbers. So I created a quantitative survey to complement the qualitative findings, with data that would validate the trends and patterns I had observed.
The idea was to build a form and send it to 10 Nami customers. The goal was to collect objective information, such as satisfaction levels, feature preferences, and usage frequency, and arrive at meaningful metrics to start making decisions and designing the product.
In addition to the 3 interviewees, I recruited 7 more Nami customers who use iFood to fill out the form. And I did it in the most inconvenient way possible: I messaged people who commented on Nami’s Instagram posts.
You’re probably thinking, “what kind of approach is that?” That’s surely what many of those people thought too, since most of them never replied.
For a while, I was stuck in this phase: reaching out to strangers on Instagram, chatting with those who replied, sending the form, and checking in day after day until I finally reached 10 respondents.
Once I had all 10 responses, I went to check the results:
From the moment I created the form and started sending it to Nami’s clients until the moment I got 10 respondents, it took about 23 days. Yes, 23 days.
Collecting this information and data was an arduous task and, honestly, much harder than I thought it would be. Those days and weeks seemed endless as I refreshed the results page and saw that I still didn’t have 10 respondents.
To be honest, I even considered continuing with the project without getting those 10 respondents I wanted so badly, but in the end, everything worked out.
With the qualitative research complete, I was able to understand the behavior and pain points of the users of the product I was designing and, above all, collect information to validate them later.
With the quantitative research completed, I was able to validate my hypotheses and the information collected in the qualitative research.
Antes de tudo, eu sabia que iria atuar de ponta a ponta no projeto, e era exatamente o que eu queria. Além disso, antes mesmo de conversar com os proprietários da Nami, eu já imaginava que a grande maioria dos estabelecimentos no iFood enfrentava dificuldades com as taxas cobradas pela plataforma.
Ou seja, comecei o projeto com algumas suposições, e elas precisavam ser validadas. Também queria aproveitar para coletar novas informações e insights que valessem a pena levar adiante.
A solução foi conduzir duas pesquisas: uma qualitativa, para coletar informações e possíveis insights, e uma quantitativa, para validar minhas suposições e o que surgisse das entrevistas.
Ter a ideia é fácil. Executá-la é outra história.
Eu precisava definir:
- quem eu iria recrutar para as entrevistas da pesquisa qualitativa;
- como eu iria recrutar essas pessoas;
- quais perguntas eu iria formular para a pesquisa quantitativa.
Para as entrevistas, estava claro que os participantes precisavam ser clientes da Nami e usuários de apps de delivery.
Agendei conversas com 3 clientes da Nami que se disponibilizaram a participar e conduzi, de forma remota, uma entrevista em profundidade com cada um, para entender suas experiências, preferências e necessidades.
O foco era descobrir seus pontos de dor e como usavam apps de delivery.
Dessas conversas, saíram 3 insights e falas muito interessantes:
“A interface de cardápio do iFood não é nada intuitiva e é frustrante de usar.”
“Gostaria de poder montar toda a minha refeição de uma vez, em vez de ter que navegar por cada categoria para montar meu pedido.”
“Eu gosto de praticamente todo o menu da Nami, mas é impraticável pagar os valores que estão no iFood. E não é como se eu tivesse ânimo para ir ao restaurante sempre que quero alguma coisa de lá. Às vezes eu só quero pedir de casa, mas não vou pagar 30% a mais pelo produto.”
A partir dessas três falas, cheguei a três conclusões:
- O app da Nami precisa apresentar os produtos de forma mais clara e intuitiva que o iFood.
- Uma funcionalidade para montar a refeição completa (entrada, prato principal e sobremesa) de uma só vez seria uma ótima solução, já que navegar por cada categoria para escolher cada item desanima o usuário.
- O app da Nami é realmente necessário: o restaurante está, de fato, perdendo vendas de delivery por causa das taxas das plataformas.
Como mencionei, o objetivo da pesquisa qualitativa era extrair algo relevante dos clientes para depois validar junto com as minhas suposições. Por isso, considero essa etapa um sucesso: em vez de um, saíram três insights.
Com essas falas em mãos, eu precisava quantificar os insights e entender, em números, a relevância desses dados. Elaborei então uma pesquisa quantitativa para complementar os insights qualitativos, com dados que validassem as tendências e os padrões observados.
A ideia era criar um formulário e enviá-lo para 10 clientes da Nami. O objetivo era coletar informações objetivas, como nível de satisfação, preferência de funcionalidades e frequência de uso, e chegar a métricas significativas para começar a tomar decisões e desenhar o produto.
Além dos 3 entrevistados, recrutei outros 7 clientes da Nami que usam o iFood para responder ao formulário. E fiz isso da forma mais inconveniente possível: mandei mensagem para pessoas que comentavam nos posts da Nami no Instagram.
Você deve estar pensando: “que tipo de abordagem é essa?”. Com certeza foi o que muitas dessas pessoas pensaram também, já que a grande maioria não respondeu.
Por um tempo, fiquei preso nessa fase: abordava desconhecidos no Instagram, conversava com quem respondia, enviava o formulário e acompanhava dia após dia, até finalmente chegar aos 10 respondentes.
Quando consegui os 10 formulários respondidos, fui conferir o resultado:
Do momento onde eu elaborei o formulário e comecei a enviar ele para os clientes da Nami até o momento onde eu consegui 10 respondentes, foi cerca de 23 dias de prazo. Sim, 23 dias.
Coletar essas informações e esses dados foi uma tarefa árdua e muito mais difícil do que eu pensei que seria, honestamente. Foram dias e semanas que pareciam intermináveis quando eu atualizava a página dos resultados e via que não havia 10 respondentes ainda.
Sinceramente, cheguei a cogitar continuar com o projeto sem que eu conseguisse esses 10 respondentes que eu tanto queria, mas no final, deu tudo certo.
Com a Pesquisa Qualitativa completa, eu havia conseguido entender o comportamento e as dores dos usuários do produto que estava projetando e acima de tudo, coletar informações para validá-las posteriormente.
Com a Pesquisa Quantitativa finalizada, eu pude validar minhas hipóteses e essas informações que foram coletadas na Pesquisa Qualitativa.